sábado, 25 de junho de 2011

Pegadas vem e vão em nós





Marcas que aparecem

Aparecem aqui e acolá

Acolá ficam e desaparecem

Desaparecem e ficam em nós.



Nós criados entre essas marcas

Marcas ora visíveis ora abstractas

Abstractas de algo com ou sem sentido

Sentido deixado, seguido, vivido pelas pegadas.



Pegadas vem e vão

Vão ao sabor do vento

Vento, sol e água levam

Levam o que construímos.

sábado, 18 de junho de 2011

Momentos de ontem



"Pensamentos que prende-me a algo
Algo que não sei dizer e explicar o que é
É melhor dizer agora? A dúvida persiste!"
Tânia Santos, 21/02/2011

"Acredito que esse 'preto e branco' vai passar a 'verde'... e se for a curto prazo, melhor. Mas o importante é que mude!"
TS, 23/02/2011

"Bons momentos ficam gravados na memória
Coração que não sabe nem quer obedecer"
"Pensamentos que voam e desaparecem no vazio
Sentimentos que se esquecem, saudades que ficam."
FD, 24/02/2011

'Monte Alto'... "Faz-me lembrar algo... e basta!"
TS, 27/02/2011


"Sempre ouvi dizer, mas nunca acreditei ou nunca quis acreditar. Deixei sempre que isso passa-se ao lado sem ter algum efeito em mim. (...) Aqui e agora ouço dizer, mas não sei se quero acreditar… pois tudo muda."
Tânia Santos, 28/02/2011

"Mesmo se distantes/ Para nós o longe é perto!" (Abriu-se a Manhã)




terça-feira, 14 de junho de 2011

Um dia...

Um dia neguei
Neguei por não querer
Querer e deixar de fazer
Fazer por mim e hei...

Um dia pensei
Pensei no querer sem saber
Entre embrulhadas gostei
Mas na hesitação de fazer.

Um dia avancei
Avancei sem rumo ou direcção
Mas o caminho que levei
Está comigo em sensação.

Um dia acordei
Acordei e entendi que...
Um dia tinha de ser, hei:
Contigo (ou não) em destaque.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Quatro por quatro estados e meios

Água, Terra, Fogo e Ar



Água, sol e azul

Praia ou serra

De norte a sul

Água e Terra.




Terra e natureza

Caminhos e descoberta

Aventura e destreza

Paisagem (en)coberta.




Fogo que perdura

Cidades, ruas e vibração

Arte, história, cultura

São momentos de inspiração.




Ar que prende e liberta

A vida e as experiências

Histórias de descoberta

Espaço amplo com essências.







"Com a VISÃO conheça os 4 cantos do mundo"



A Visão começa, esta semana, a lançar uma colecção 'best-of' Visão Vida & Viagens com sugestões dos quatro cantos do mundo: Água, Terra, Fogo e Ar. Acabe a cada pessoa identificar ou descobrir o seu estado e meio.




Cada um de 'nós' tem um destes elementos ou, então, identifica-se mais com algum deles. Fica a questão: Água, Terra, Fogo ou Ar? O meu elemento é a Terra. O teu elemento é... pensa e aproveita esse meio e estado, na medida das possibilidades.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Janela, onde estás?

Janela s.f. 1 abertura na parede de um edifício ou num veículo, com um caixilho interior que suporta um vidro ou outro material transparente, e que serve para deixar entrar o ar e a luz; 2 INFOR. parte da superfície do ecrã do computador , geralmente de forma rectangular, destinada a mostrar uma aplicação ou um ficheiro; * deitar dinheiro pela janela fora - desperdiçar dinheiro.


Dicionário de Língua Portuguesa




Da 'minha' janela vejo uma luz encoberta



Olho, olho e olho mais uma vez. À minha frente tenho uma janela, que ora abre ora fecha. Uma visão e um mundo que encontro, miro e tento perceber. Afinal, o que vejo da minha janela?


Um dia paro e penso. Ocorre-me momentos de todo o tipo e género carregados de expectativas (in)conscientes. Nasci, cresci, vivi e vivo.


Aqui e agora, vivo com uma visão de um mundo diferente. As expectativas divagam e começam a perder-se. Algumas aguentam e continuam em mim.


Um objectivo tem de existir em 'nós'. Hoje, vejo uma luz encoberta, mas quem sabe amanhã a minha janela mostre outra visão.








quarta-feira, 25 de maio de 2011

25


Dois algarismos e porquê o ‘2’ e o ‘5’? Se somarmos o ‘2’ e o ‘5’ alcançamos o ‘7’, ou seja, os ímpares ficam em vantagem. Mas a lógica não é esta e não fico por aqui. Apresento o número ‘25’ e a sexta-feira, que conjugados ficam ‘quites’ pois ‘25’ é ímpar e ‘6ª’ é par.

A verdade: tudo isto é uma trapalhada cheia de nós! Qual o interesse? Nenhum. No fundo, o que quero dizer é que o ‘25’ acompanha-me a par e passo com a sexta-feira, véspera de fim-de-semana.

Tudo começou a 21 anos e nove meses atrás quando vim ao mundo. Cresci e já eram os tempos em que o 25 de Agosto tinha muito significado em mim. Na lembrança, tenho a inocência de dizer que ficava com mais uns centímetros aquando do meu aniversário.

Agora, o ‘25’ e a sexta-feira continuam acompanhar o percurso que sigo, mas com outro sentido. E foi a dois meses…

O porquê? Há momentos, passagens e devaneios, nos quais a explicação é turva. A noção e nitidez escapam à razão por entre os dedos e tudo pode acontecer. Desde o óbvio até ao impensável.

A única certeza que deixo é a de que ‘tu’ és uma parte do presente que quero viver.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Sinto...




Sinto raiva

Sinto frustração

Sinto repugnância

Sinto desmotivação

Sinto incompreensão



Mas também...



Sinto vida

Sinto alegria

Sinto amizade

Sinto coragem

Sinto motivação



Tudo sentimentos e muitos mais ficam por enumerar. Aparecem e desaparecem entre os nós da vida. O estado de espírito dos indivíduos está, permanentemente, condicionado por eles. Agora, o momento é de alegria e certeza. Amanhã, pode já ser de tristeza e incerteza.